Da correria diária a um negócio que fecha a conta.
A Easy Company entrega com qualidade e sustenta a demanda por indicação e pela prospecção pessoal do Guilherme, mas não existe processo documentado — nem POP, nem pauta ativa, nem controle de escopo. O faturamento atual não cobre o custo de vida do casal somado ao custo da operação, o ticket médio é baixo e as redes da própria agência foram abandonadas.
Uma tentativa anterior de manter as redes travou pela correria do dia a dia. A virada é organizar o caixa, tirar o Guilherme do caminho crítico e comunicar valor com clareza.
Da fundação ao crescimento, uma área de cada vez. Filtre por fase, marque as etapas concluídas em cada área e acompanhe o progresso aqui.
Tirar a entrega do improviso
Fechar a conta que hoje não fecha
Apresentar a proposta, destravar o negócio
Retomar a vitrine que ficou pra trás
Sair do Trello, destravar a saída
Parar de dar de gentileza
Cobrir o que hoje fica exposto
Medir o que já converte
Dar prazo pra quem acabou de chegar
A sequência de implementação, do caixa às vitrines. Cada área abre o passo a passo completo no Notion.
Tirar a entrega do improviso
Fluxo de entrega documentado, sem depender só do status no Trello.
Calendário de produção retomado — hoje parado desde o Canva.
Formalizar o que já existe: briefing e coleta de acessos.
Ciclo-piloto tirando o Guilherme do caminho crítico de acessos e edição.
Fechar a conta que hoje não fecha
Consolidar os dados reais, hoje soltos numa planilha simples.
Custo de vida do casal + custo da operação frente ao faturamento atual.
Ticket médio de R$1.100 revisado com custo + margem-alvo.
Pró-labore fixo para os dois, não só para a Lorena.
Fechar com contador e formalizar a rotina fiscal.
Formalizar o fluxo automático do Asaas.
Apresentar a proposta, destravar o negócio
Apresentar e validar a proposta já elaborada pela Eduarda.
Estruturar o método a partir da tendência natural ao storytelling.
Reajustar o ticket com base em custo + margem-alvo.
Reduzir a dependência do Guilherme na captação.
Retomar a vitrine que ficou pra trás
Levar o rebranding (novas cores) da Easy Company pro Instagram.
Bio, destaques e feed que hoje passam impressão de iniciante.
Formato sustentável, sem depender de vídeo gravado ou editado pelo casal.
Sair do Trello, destravar a saída
Formalizar o onboarding já existente e destravar o offboarding.
Padronizar a pasta-mãe no Drive e o Notion com o mesmo padrão de nomes.
Tirar as senhas do Trello e centralizar num gerenciador dedicado.
Parar de dar de gentileza
Produtizar os entregáveis; avaliar o corte da produção de conteúdo.
O que é extra deixa de entrar na rotina "de gentileza".
Relatório mensal + NPS, sem depender só das reuniões informais.
Cobrir o que hoje fica exposto
Contrato de colaboradores (inexistente) e cliente final revisado.
Cobrindo também os serviços pontuais, hoje sem contrato.
Formalizando o termo de rescisão que ainda não emplacou.
Todo modelo revisado e adaptado antes de usar.
Medir o que já converte
Refinar a base já criada pela Eduarda com Lorena e Guilherme.
Registrar cada lead e medir a conversão real — hoje inexistente.
Escalar o único canal, além da indicação, que já converteu.
Dar prazo pra quem acabou de chegar
Conectar o novo colaborador à pauta mensal para medir produtividade.
Responsabilidade clara entre Lorena, Guilherme e o novo colaborador.
Preparar a base de descrição de cargos para o próximo crescimento.
Trilha de integração e ritual de feedback estruturado.